domingo, 9 de março de 2008

Meu Deus... e as ninfas?

Meu Deus! E as ninfas do Tejo, onde estão? E as ninfas da minha alma? Meu Deus!
Foram, foram todas embora!
Agora só tenho... as lembranças delas em alguns pseudo-fragmentados-poemas por aí...
E, oh!
"Pequei, meu Deus, não porque hei pecado"
Você se lembra, Franchos?

- Rodayne, esse poema aqui é barroco?
- É sim!
- Ah, é mesmo, olha a cara dele de "Pequei, meu Deus, não porque hei pecado"...

Ah... que saudades...

Ah, e claro... Meu Deus, e meus amigos na aula?

- Olha, Rodayne... eu queria saber fazer uma calculadora!
- Mas... ah, você vai se formar e vai conseguir fazer um coração de plástico! Vai revolucionar o mundo!
- Ah... -sobrancelhas no queixo- Eu queria mesmo saber fazer uma calculadora...

2 comentários:

Francisco Filho disse...

Rodayne!
Eu me lembro, claro! O barroco, lindo, e a Ana Maria, fazendo caretinhas quando me via no corredor!

Bom, não me prolongarei aqui pois postarei hoje mesmo sobre como está minha vida aqui em Brasília... =]

Saudades de vc!! =(
Faz tanto tempo que a gnt não se vê!
Me diga, PLEASE, vc vai à Anápolis nos fins de semana?
Ou vc vai na semana que vem no feriado?
Por favor, me diga aqui, tá?

Estarei esperando... :)

Abração! =**

Lupe Leal disse...

é um epidemia de ver tudo desbotado.
ou epidemia nostálgica.

o contra-senso é que estamos felizes mesmo assim.
abraços